2008-04-16

A Arqueologia em Revista – Porto (Tema 3: introdução)

Primeira parte do terceiro conjunto de vídeos do debate do ciclo “A Arqueologia em Revista” realizado no Porto, no passado dia 8 de Março, incluindo as intervenções que introduziram o Tema 3, “A Arqueologia e a Sociedade”, da responsabilidade de António Manuel Silva, Miguel Almeida e Luís Fontes.
Os vídeos continuam a resultar de uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


1. António Manuel Silva

http://br.youtube.com/watch?v=aFTLGHSKq8M

– O Código Deontológico dos arqueólogos e a responsabilidade perante o Património arqueológico.
– O controlo da qualidade da prática arqueológica e a definição de procedimentos técnicos.
– A divulgação do conhecimento arqueológico.

http://br.youtube.com/watch?v=ZSG-VgfDUlI

– A divulgação do conhecimento arqueológico e a edição electrónica.
– A valorização de sítios e os museus.
– A necessidade de premiar as boas práticas em Arqueologia.


2. Miguel Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=e1GVsMzZXmc

– Arqueologia e reconhecimento social.
– O caso Côa e a repentina visibilidade da Arqueologia portuguesa.
– Um novo edifício legislativo: IPA, IPPAR e nova lei de bases do Património.
– O desenvolvimento da Arqueologia empresarial, o Regulamento de Trabalhos Arqueológicos e o Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos.

http://br.youtube.com/watch?v=6zRZeZSMOhc

– O Regulamento de Trabalhos Arqueológicos e a incapacidade de fiscalização.
– A Arqueologia empresarial e a qualidade dos trabalhos arqueológicos.
– O projecto Dryas.
– A desregulação do mercado: Arqueologia low-cost.
– O novo enquadramento legislativo: IGESPAR.

http://br.youtube.com/watch?v=O1BFyAwigJY

– O IGESPAR e os arqueólogos: sobrevivência em ambiente hostil.
– O controlo e a promoção da qualidade em Arqueologia.
– Qualificação técnica e científica e organização profissional e empresarial.


3. Luís Fontes

http://br.youtube.com/watch?v=o7aUgpZoJFs

– Encarar o presente e o futuro com “optimismo céptico”.
– Arqueologia, Património e compromisso social.
– A qualidade do trabalho arqueológico.
– O papel do arqueólogo e a crise do presente.

http://br.youtube.com/watch?v=vQxEm_85LEc

– A sociabilização do papel do arqueólogo e a acreditação profissional.
– A formação especializada.
– Os perigos do excesso de normalização.
– A promoção da cultura científica e a conquista do espaço de intervenção cívica.
– As boas práticas em Arqueologia.

2008-04-15

A Arqueologia em Revista – Porto (Tema 2)

Segundo conjunto de vídeos do debate do ciclo “A Arqueologia em Revista” realizado no Porto, no passado dia 8 de Março.
Inclui as intervenções que introduziram o Tema 2, “A Arqueologia e os Arqueólogos”, por Alexandra Cerveira Lima e Paulo Amaral, e a discussão subsequente, onde participaram também Maria José Almeida, António Manuel Silva, Miguel Almeida, Paulo Costa Pinto e Jorge Raposo.
Os vídeos são uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


1. Alexandra Cerveira Lima

http://br.youtube.com/watch?v=xJsw3eoQTsc

– A formação em Arqueologia e o peso da componente não académica.

http://br.youtube.com/watch?v=fOz9lZWPcIE

– A Ordem dos arqueólogos e a construção de conhecimento arqueológico na Internet.


2. Paulo Amaral

http://br.youtube.com/watch?v=Q073Gvg2_Io

– A formação académica e a formação profissional em Arqueologia.
– Os problemas do grande crescimento do número de profissionais: ética e deontologia.
– A Ordem dos arqueólogos.

http://br.youtube.com/watch?v=mLpO8uzC44c

– A actividade arqueológica nas empresas, nas autarquias e na administração central.
– A acreditação profissional e a Ordem dos arqueólogos.
– A necessidade de criação de padrões de qualidade.
– A Arqueologia empresarial e a responsabilidade partilhada.


3. Debate: Maria José Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=_UEX_ZkGgn8

– A qualidade, a ética e a deontologia da prática arqueológica.
– A formação académica e o exercício da profissão.
– A formação profissional e a APA.
– A constituição de uma Ordem e o reforço da APA.


4. Debate: Paulo Amaral e Alexandra Cerveira Lima

http://br.youtube.com/watch?v=hA-50RVOLUg

Paulo Amaral:
– A eficácia do Código Deontológico.
– A formação académica e os estágios profissionais em Arqueologia.

Alexandra Cerveira Lima:
– A APA, a Ordem e a participação dos arqueólogos.
– A importância da formação.


5. Debate: António Manuel Silva, Miguel Almeida e Paulo Costa Pinto

http://br.youtube.com/watch?v=i9O2d2BhWMM

António Manuel Silva:
– A formação académica e profissional em Arqueologia.
– As más condições de exercício da profissão em contexto liberal.

Miguel Almeida:
– Ordem, sindicato e condições de exercício da profissão.

Paulo Costa Pinto:
– O ensino universitário e a acreditação profissional.
– A regulamentação dos estágios profissionais.


6. Debate: Miguel Almeida, Jorge Raposo e Maria José Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=L1vbTwcDM9U

Miguel Almeida:
– Os estágios profissionais em Arqueologia.

Jorge Raposo:
– O modelo de desenvolvimento dos estágios profissionais.

Maria José Almeida:
– Os estágios profissionais e a APA.


7. Debate: Alexandra Cerveira Lima, Paulo Amaral e Miguel Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=Wi132PbaP-g

Alexandra Cerveira Lima:
– A formação académica, as parcerias institucionais e a construção do conhecimento arqueológico.

Paulo Amaral:
– A regulamentação dos estágios profissionais.

Miguel Almeida:
– A criação de redes institucionais no contexto português.


8. Debate: Alexandra Cerveira Lima e Jorge Raposo

http://br.youtube.com/watch?v=hCo4IG7DC7k

Alexandra Cerveira Lima:
– A eficácia das redes e o papel da Internet.

Jorge Raposo:
– A Arqueologia e a Internet.

2008-04-14

A Arqueologia em Revista – Porto (Tema 1: debate)

Registo do período de discussão do Tema 1, “A Arqueologia e o Poder”, no debate do ciclo “A Arqueologia em Revista” realizado no Porto (8 de Março), onde participaram Maria José Almeida, Paulo Costa Pinto, Miguel Almeida, Lino Tavares Dias, Jorge Raposo, António Manuel Silva e Gonçalo Cruz.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


4. Debate: Maria José Almeida e Paulo Costa Pinto

http://br.youtube.com/watch?v=Wbe9nZlLJ84

Maria José Almeida:
– O exercício da Arqueologia nas autarquias: falta de coerência institucional e profissional.

Paulo Costa Pinto:
– A diversidade das condições de exercício da Arqueologia nos municípios.
– A necessidade de articulação com a administração central.


5. Debate: Miguel Almeida e Paulo Costa Pinto

http://br.youtube.com/watch?v=poW4xXEYbQs

Miguel Almeida:
– A Arqueologia, os municípios e o Património arqueológico.

Paulo Costa Pinto:
– A arqueologia municipal e as empresas.


6. Debate: Lino Tavares Dias

http://br.youtube.com/watch?v=YVfkHB2MB34

– A seriedade do uso da informação arqueológica.
– As condições de exercício profissional da Arqueologia.
– O poder da actividade arqueológica.


7. Debate: Jorge Raposo

http://br.youtube.com/watch?v=GPRrbUs58rs

– As estratégias institucionais e a capacidade de intervenção dos arqueólogos.
– A necessidade de clarificação de competências da administração pública e da sua articulação com a iniciativa privada.
– Por um sistema integrado de gestão de documentação e espólios arqueológicos


8. Debate: Maria José Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=hKjD5QaDfXY

– A gestão da informação arqueológica nos municípios e a falta de regulamentação.
– A intervenção das equipas de Arqueologia municipais em áreas classificadas.
– O apoio ao financiamento das intervenções arqueológicas.


9. Debate: Paulo Costa Pinto

http://br.youtube.com/watch?v=re6SK-zbEu8

– A regulamentação da actividade arqueológica nos municípios.
– O apoio ao financiamento das intervenções arqueológicas.


10. Debate: António Manuel Silva

http://br.youtube.com/watch?v=6sS8pzWJhG4

– A definição das competências da administração local na Arqueologia.
– O perigo das autorizações de escavação não nominais.
– As intervenções em centros históricos e os apoios financeiros.
– A seriedade do uso da informação arqueológica.


11. Debate: Lino Tavares Dias

http://br.youtube.com/watch?v=XGcKy9vdO5U

– A Arqueologia e a técnica.
– A autorização de escavação e a certificação profissional.
– A afirmação da Arqueologia e o poder económico.


12. Debate: Gonçalo Cruz e Miguel Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=HmumOX0Cw60

Gonçalo Cruz:
– A Arqueologia em contexto municipal.
– Os gabinetes municipais e as empresas de Arqueologia.

Miguel Almeida:
– A definição das competências da administração local na Arqueologia.
– O valor social da informação arqueológica.


13. Debate: Miguel Almeida e António Manuel Silva

http://br.youtube.com/watch?v=kcZLYcr3nos

Miguel Almeida:
– As autorizações de escavação, a necessidade de controlo e a responsabilidade partilhada das instituições.

António Manuel Silva:
– A acreditação das instituições e o perigo da desresponsabilização.


14. Debate: Jorge Raposo, Miguel Almeida e Maria José Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=HR4reRgq8bY

Jorge Raposo:
– A dupla dependência dos arqueólogos.

Miguel Almeida:
– A falta de clarificação da relação entre as empresas de Arqueologia e o Estado.

Maria José Almeida:
– O exercício da Arqueologia nas autarquias e o Código Deontológico da APA.


15. Debate: Lino Tavares Dias

http://br.youtube.com/watch?v=zHFy0qDP9zk

– A seriedade dos cidadãos e a responsabilidade das instituições.
– A qualidade do controlo do trabalho arqueológico.

A Arqueologia em Revista – Porto (Tema 1: introdução)

Primeiro conjunto de vídeos do segundo debate do ciclo “A Arqueologia em Revista”, realizado no passado dia 8 de Março, no Palacete dos Viscondes de Balsemão, na cidade do Porto, com o apoio da autarquia local.
Trata-se do registo da apresentação geral do projecto, por Jorge Raposo (Centro de Arqueologia de Almada), e das intervenções que introduziram o Tema 1, “A Arqueologia e o Poder”, a cargo de Paulo Costa Pinto e Lino Tavares Dias.
À semelhança do sucedido do primeiro evento deste ciclo, os vídeos apresentados são uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


1. Introdução (Jorge Raposo – CAA / Al-Madan)

http://br.youtube.com/watch?v=tc2xXGhc1Sg


http://br.youtube.com/watch?v=dnSIT3IBJ1Y



2. Paulo Costa Pinto

http://br.youtube.com/watch?v=dV5T8cIIE_g


– Arqueologia e poder: uma relação assimétrica e dinâmica.
– Arqueologia e poder autárquico: a arbitrariedade, a falta de estratégia e o arqueólogo como “caçador de tesouros encartado” ou instrumento de luta política.

http://br.youtube.com/watch?v=oEaNyJzt1YA


– As alterações dos últimos anos: o arqueólogo como mais-valia para os cidadãos, como simples “estorvo” ou apenas como hobby dos autarcas.
– O caminho a percorrer: mudar a percepção da utilidade social da Arqueologia.


3. Lino Tavares Dias

http://br.youtube.com/watch?v=yhOVfsjRM3E


– O exercício do Poder: as ferramentas
– A responsabilidade do Poder: a coerência das instituições e a seriedade dos cidadãos.

http://br.youtube.com/watch?v=kZjWrNjKSa4


– A estratégia do Poder: os factores que condicionam o poder científico.
– Novas propostas para exercer o Poder ou que fazer quando se tem o Poder.

2008-04-12

A Arqueologia em Revista - Lisboa (Tema 3)

Terceiro conjunto de vídeos do debate com que se iniciou o ciclo “A Arqueologia em Revista”, no passado dia 1 de Março (Museu Nacional de Arqueologia), incluindo as intervenções de introdução ao Tema 3, “A Arqueologia e a Sociedade”, da responsabilidade de Mário Varela Gomes e Luís Raposo, bem como a posterior discussão, onde participaram Jacinta Bugalhão, António Valera, Carlos Tavares da Silva, Miguel Almeida, Joaquina Soares, Suzana Pombo dos Santos, Maria José Almeida, José Morais Arnaud e António Carvalho.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


1. Mário Varela Gomes

http://br.youtube.com/watch?v=SEuD7E86iWQ

– O papel do arqueólogo na sociedade.

http://br.youtube.com/watch?v=ByFNJ64JG8E

– As condições de exercício da Arqueologia em Portugal.
– O crescente contributo das mulheres.
– A necessidade de uma Ordem de arqueólogos: auto-regulação em ambiente "metaforicamente anarquista".


2. Luís Raposo

http://br.youtube.com/watch?v=VPvhZfmJkl8

– Arqueologia: produção de conhecimento e intervenção social.
– O papel do IPA e do processo do Côa.
– O “fosso geracional” e a transformação positiva da Arqueologia portuguesa.
– A vantagem de deslocar a Arqueologia da área da Cultura.

http://br.youtube.com/watch?v=ugUQnuerxpw

– Associativismo e Ordem de Arqueólogos.
– A necessidade de um Conselho Superior de Arqueologia.
– O clima de debate na Arqueologia portuguesa.


3. Debate: Jacinta Bugalhão e António Valera

http://br.youtube.com/watch?v=5Hz3FZm2w5w

Jacinta Bugalhão:
– A acreditação dos arqueólogos e a autorização de trabalhos arqueológicos.

António Valera:
– As condições de participação cívica nos debates científicos.
– O estatuto do saber científico.
– A divulgação da Arqueologia.


4. Debate: Carlos Tavares da Silva

http://br.youtube.com/watch?v=L_RQU8txizo

– Os arqueólogos, o Estado e o associativismo.
– As condições sociais da produção do conhecimento arqueológico: os perigos da liberalização.


5. Debate: Miguel Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=gggedh6clJA

– A acreditação profissional e a autorização de trabalhos arqueológicos.
– A Ordem dos arqueólogos: não há condições para a sua criação.


6. Debate: Joaquina Soares

http://br.youtube.com/watch?v=e-IFk59653o

– A Ordem dos arqueólogos e o sindicato: a necessidade de auto-regulação e o papel do IGESPAR.


7. Debate: Suzana Pombo dos Santos e Maria José Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=4KLz0-BgjTo

Suzana Pombo dos Santos:
– A avaliação de impacte ambiental e a participação social.
– A empregabilidade dos licenciados em Arqueologia.

Maria José Almeida:
– A Ordem dos arqueólogos à luz da nova legislação.
– A auto-regulação dos arqueólogos.


8. Debate: José Morais Arnaud

http://br.youtube.com/watch?v=zm_tlolNBUk

– O movimento associativo arqueológico: a AAP e a APA.
– A Ordem dos arqueólogos, o poder político e o poder económico.
– A qualificação dos arqueólogos e o modelo britânico.


9. Debate: António Carvalho e Jacinta Bugalhão

http://br.youtube.com/watch?v=VYcfr2r8tmU

António Carvalho:
– O Conselho Nacional da Cultura e a representação da Arqueologia: a necessidade de afirmação perante a tutela.

Jacinta Bugalhão:
– O Conselho Nacional da Cultura e a representação da Arqueologia.
– O enquadramento legal do IGESPAR e a auto-regulação dos arqueólogos.

Arqueologia em Revista - Lisboa (Tema 2: debate)

Conclusão do segundo conjunto de vídeos do debate que iniciou o ciclo “A Arqueologia em Revista”, com as intervenções no período de discussão do Tema 2, “A Arqueologia e os Arqueólogos”, onde participaram Mário Varela Gomes, António Carvalho, Jacinta Bugalhão, Luís Raposo, António Carlos Valera, Teresa Rita Pereira, Carlos Fabião, Miguel Almeida, Maria José Almeida e Rosa Varela Gomes.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


3. Debate: Mário Varela Gomes

http://br.youtube.com/watch?v=yc6I2lAXY2Y

– A proletarização dos arqueólogos.
– O ensino da Arqueologia em Lisboa.


4. Debate: António Carvalho

http://br.youtube.com/watch?v=6nSBMV5-vuo

– O fim da carreira de arqueólogo na administração pública.


5. Debate: Jacinta Bugalhão

http://br.youtube.com/watch?v=3JjwpTrWqi4

– A carreira de arqueólogo na administração pública.
– A prática da Arqueologia em regime assalariado e como profissão liberal.


6. Debate: Luís Raposo e António Carlos Valera

http://br.youtube.com/watch?v=AvSi9O_Chk8

Luís Raposo:
– A necessidade de uma Ordem dos arqueólogos.
– A necessidade da formação de especialidade.
– A proletarização dos arqueólogos.

António Carlos Valera:
– A volatilidade das sociedades contemporâneas e a especificidade portuguesa.
– A proletarização dos arqueólogos.


7. Debate: Teresa Rita Pereira e António Carvalho

http://br.youtube.com/watch?v=1VGs2KqImSE

Teresa Rita Pereira:
– A situação dos arqueólogos nas autarquias.

António Carvalho:
– Os arqueólogos na administração pública local.


8. Debate: Carlos Fabião

http://br.youtube.com/watch?v=R_hTFkxAOhg

– O ensino superior de Arqueologia e a formação generalista.
– A proletarização dos arqueólogos.
– A indiferenciação das carreiras na administração pública.


9. Debate: Miguel Almeida

http://br.youtube.com/watch?v=uFZFUt0xOyU

– Os arqueólogos e a intervenção social.
– O ensino da Arqueologia e o modelo de Bolonha.
– A empregabilidade dos licenciados e a qualidade da formação.


10. Debate: Miguel Almeida, Maria José Almeida e Rosa Varela Gomes

http://br.youtube.com/watch?v=TeIYAz_GPx8

Miguel Almeida:
– A proletarização dos arqueólogos e a qualificação profissional.
– As condicionantes de mercado para a Arqueologia portuguesa.

Maria José Almeida:
– As universidades, a formação especializada e o exercício da profissão de arqueólogo.

Rosa Varela Gomes:
– A criação de uma Ordem e de um sindicato de arqueólogos.
– O ensino da Arqueologia, a formação generalista e a especialização.


11. Debate: Carlos Fabião

http://br.youtube.com/watch?v=7JXhi4XYACw

– O ensino da Arqueologia, a formação generalista e a especialização.

A Arqueologia em Revista - Lisboa (Tema 2: introdução)

Neste segundo conjunto de vídeos do debate que iniciou o ciclo “A Arqueologia em Revista”, no passado dia 1 de Março, no Museu Nacional de Arqueologia, incluem-se as intervenções no Tema 2, “A Arqueologia e os Arqueólogos”, nomeadamente a introdução de José Morais Arnaud e de Carlos Fabião.

Com captação de imagem de José Carlos Henrique (CAA), a conversão, tratamento e edição dos vídeos continua a ser da responsabilidade de uma equipa do Instituto Politécnico de Tomar (Catarina Varanda e Rui Marto, sob a coordenação de Luiz Oosterbeek e Gonçalo Leite Velho).
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.


1. José Morais Arnaud

http://br.youtube.com/watch?v=csbNkthsDzw

– A regulação do acesso ao exercício da profissão: a viabilidade de criação de uma Ordem, à luz da nova legislação.

http://br.youtube.com/watch?v=U5koYP1DZ0Y

– O crescimento da actividade arqueológica e a sua “proletarização”.
– A Ordem e a organização sindical.
– As dificuldades de intervenção ao nível institucional.

http://br.youtube.com/watch?v=F5Lp74wh3Mo

– A representatividade das associações de natureza arqueológica.
– A necessidade de destrinçar as lutas essenciais.


2. Carlos Fabião

http://br.youtube.com/watch?v=gWawlkCsPE4

– O ensino superior e o nível de desemprego nos licenciados: a volatilidade das sociedades contemporâneas.
– O paradigma de Bolonha e a formação generalista.

http://br.youtube.com/watch?v=H1MM3tvnsK0

– O paradigma de Bolonha: a formação contínua e a necessidade de maior abertura dos currículos.
– A necessidade de avaliação da empregabilidade dos cursos superiores.
– A falta de integração universitária.

http://br.youtube.com/watch?v=lddXhwYyO6k

– As novas carreiras que se abrem aos arqueólogos.
– A globalização da investigação arqueológica: financiamento e qualificação.
– A proletarização dos arqueólogos.
– O fim da carreira de arqueólogo na administração pública.

2008-04-09

Valeu a Pena

Encerrado o ciclo de debates “A Arqueologia em Revista”, pelo menos na componente de descentralização geográfica por vários pontos do país, pode sintetizar-se o balanço final na frase que serve de título a esta mensagem.

Valeu a pena, desde logo, porque, vencendo o cepticismo e o pessimismo de alguns, foi possível reunir quase 300 pessoas, na sua maioria ligadas profissionalmente à actividade arqueológica, para debate e reflexão de temáticas de inegável actualidade, com um tempo e profundidade até então nunca atingidos.

Mais importante, esta simples abordagem quantitativa ganha outra relevância numa perspectiva qualitativa, se constatarmos a riqueza e diversidade da grande maioria das intervenções e o clima de debate sustentado e tolerante que foi possível manter, prova da crescente maturidade individual e colectiva dos intervenientes.

A resposta aos principais desafios inerentes a este projecto é, por isso, claramente positiva: há capacidade de mobilização, de diagnóstico e de pensamento crítico plural sobre os actuais constrangimentos ao exercício da actividade nesta área e à defesa e promoção do Património arqueológico.

Valeu a pena um esforço organizativo onde deve relevar-se o apoio institucional da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP) e, principalmente, da Associação Profissional de Arqueólogos (APA), que colaborou activamente na promoção dos eventos e os tomou como ponto de partida para a definição de novas tomadas de posição (ver em http://www.aparqueologos.org/), sem esquecer também as entidades que disponibilizaram os espaços e parte da logística dos encontros, nomeadamente o Museu Nacional de Arqueologia e o Museu Monográfico de Conimbriga, e as Câmaras Municipais do Porto, de Faro e de Beja.

Fundamental foi ainda a pronta e solidária colaboração dos convidados a introduzir os temas, num conjunto de 24 colegas de rica e diversificada experiência profissional e institucional de que é justo relembrar os nomes: Jacinta Bugalhão, António Carlos Valera, José Morais Arnaud, Carlos Fabião, Mário Varela Gomes e Luís Raposo em Lisboa; Paulo Costa Pinto, Lino Tavares Dias, Alexandra Cerveira Lima, Paulo Amaral, António Manuel Silva, Miguel Almeida e Luís Fontes no Porto; Rui Parreira, Miguel Lago, Nuno Ferreira Bicho e Dália Paulo em Faro; António Carlos Silva, Susana Correia, Miguel Martinho e Joaquim Carvalho em Beja; Luiz Oosterbeek, Maria José Almeida e Virgílio Hipólito Correia em Conimbriga.

Naturalmente, deve reconhecer-se que todos os intervenientes directos nos períodos de debate têm também a sua quota-parte no êxito da iniciativa.

Mas é forçoso encerrar este ponto com um agradecimento especial aos que primeiro acarinharam e se mobilizaram para pôr de pé o projecto, participando activamente na definição dos seus contornos e na organização particular de alguns eventos, nomeadamente a Maria José Almeida, o Pedro Barros, o António Manuel Silva e o António Carlos Silva.

Para o Centro de Arqueologia de Almada, que há 35 anos procura exercer consequentemente o que entende ser a sua função social na promoção da Arqueologia e do Património arqueológico, valeu a pena o esforço financeiro que um conjunto de acções desta natureza sempre envolve, só possível porque, como é frequente nesta associação, se pôde contar com forte participação voluntária de sócios e amigos, quer no registo em fotografia e vídeo (Cézer Santos, José Carlos Henrique e Francisco Silva), quer na distribuição e venda de publicações (Isabel Matos, Ana Luísa Duarte, Sónia Tchissole e Elisabete Gonçalves).

Que fazer, agora, com tudo isto?

Em primeiro lugar, o investimento no registo integral das intervenções (mais de 25 horas de gravação) permite preservá-las para memória futura e promover a sua difusão via Internet, beneficiando de uma produção final assegurada pelo Instituto Politécnico de Tomar, com uma equipa coordenada por Luiz Oosterbeek e Gonçalo Leite Velho, onde colaboraram Catarina Varanda (conversão) e Rui Marto (tratamento e edição). Deste modo se criará uma nova oportunidade de acesso a públicos mais diversificados, que assim poderão tomar conhecimento dos conteúdos abordados e participar na sua discussão, através do espaço de comentário deste mesmo blogue. Com a divulgação dos vídeos, já iniciada, será possível continuar a ler aqui as mensagens e comentários do painel de colaboradores convidados, interagindo com elas sempre que desejado.

Mas é preciso que todo este movimento tenha consequências na transformação de uma realidade que, hoje, poucos satisfaz.

Nesse sentido, será importante acompanhar o futuro percurso das instituições de tutela e, em geral, da administração pública, mas também da iniciativa privada, do movimento associativo (particularmente da APA), das universidades e de outros agentes sociais.

No que respeita à sua área de intervenção, o Centro de Arqueologia de Almada procurará tirar as necessárias ilações, estudando a viabilidade de propostas de parceria que contribuam para uma maior sociabilização da Arqueologia e para a promoção da investigação e do Património arqueológico.

2008-04-07

Arqueologia em Revista - Conimbriga

No passado sábado, dia 5 de Abril, decorreu no Museu Monográfico de Conimbriga o 5º e último debate do ciclo "A Arqueologia em Revista", com a presença de cerca de 60 pessoas, no conjunto das sessões da manhã e da tarde.


Os temas foram introduzidos por Luiz Oosterbeek ("A Arqueologia e o Poder"), Maria José Almeida ("A Arqueologia e os Arqueólogos") e Virgílio Hipólito Correia ("A Arqueologia e a Sociedade").




























































A encerrar, procedeu-se à apresentação do Nº 15 da revista Al-Madan na zona centro do país.

As fotos são de Cézer Santos (CAA).

2008-04-03

Um comentário fora de Ordem

Quando escrevi o meu anterior post sobre a lei 6/2008 fi-lo assumidamente sem comentários porque a ideia era abrir o debate e juntar os meus comentários só depois. Dois factores contribuíram para que só agora comente o texto que escrevi no início de Março : o primeiro foi a fulgurante resposta do post seguinte que me deixou um bocadinho esmagada e sem fôlego para “cobrir a parada”. Depois, outros interessantes posts (e sim, algo longos...) levaram a discussão para diferentes temas e sempre que pensava em escrever qualquer coisinha sobre a Ordem, parecia efectivamente fora da ordem natural (?) que teria tido se o tivesse feito imediatamente depois do texto do Luís Raposo .

Bom, mas não posso continuar a adiar o comentário até porque, nos debates que se tem realizado nos últimos sábados, muitas vezes tenho tido necessidade de intervir sobre esta questão em nome da APA.

Recordo os mais distraídos que os corpos gerentes da APA desde 2002 que introduziram no discurso e na prática a questão de transformação da APA em entidade de direito público. Em 2003 chegou mesmo a fazer-se um encontro em Cascais sobre o tema e apresentou-se uma proposta de estatutos da futura “Ordem” dos Arqueólogos. Se procurarem na nossa página o texto de apresentação da associação encontrarão explícito que a actual direcção prossegue a orientação de transformação da APA numa associação pública profissional.

Ou seja, e para que não haja dúvidas, a direcção da APA da qual sou presidente considera que a profissão de arqueólogo deve ser auto-regulada no âmbito de uma associação pública profissional. Até porque, plagiando a metáfora do nosso sócio nº1 no debate do Porto, isto do código deontológico da APA é como os dez mandamentos: ou se tem fé e se acha que se deve viver segundo aqueles princípios ou então... E efectivamente estamos a falar de (arqueólogos) portugueses e sabemos que, culturalmente, estamos sempre agarrados ao que tem “força de lei”, a um Estado paternalista e hiper presente na vida dos cidadãos. Podemos ter pena. Podemos lamentar que não tenhamos uma cultura cívica e participativa ao nível de outros países europeus que nos permita sermos organizados e responsáveis sem que seja “obrigatório por lei”. Mas isso talvez seja uma discussão para outro post (ou mesmo para outro blog).

Assente a necessidade da chancela do direito público na organização socio-profissional dos arqueólogos em Portugal, a pergunta seguinte é: e para quando?

Já aqui tivemos uma primeira resposta: porque não começar já amanhã? Eu preferiria que, a ser amanhã, fosse mais para o fim da tarde... e isto não é por ser alentejana, é mais por achar que se for amanhã nos arriscamos a dar o passo maior que a perna. Quem é que é capaz de, em consciência, afirmar que temos capacidade de cumprir o repto aqui deixado pelo Luís Raposo? O problema não é na fase das ideias, dos debates e dos discursos, do delinear das estratégias e dos objectivos. Para isso é capaz até de haver muita mobilização. O problema maior é quando é necessário sentar gente a uma secretária, produzir documentos, escrever cartas, marcar reuniões, até mesmo colar autocolantes nos envelopes ou distribuir tarjetas (e antes disso ainda era preciso que alguém tivesse tratado do design dos ditos, pedido orçamentos, contratado com a gráfica, verificasse a qualidade da encomenda e recolhido os pacotes). Custa-me um bocadinho anunciar com grande estardalhaço um projecto sem ter a certeza de ter garantidos os requisitos mínimos para o cumprir.

É verdade que, por tradição cultural também, é normalmente assim que por cá se fazem as coisas. E, espantosamente, muitas vezes funciona. Outras vezes não. Eu não gostava que a criação de uma Ordem de arqueólogos fosse uma das vezes não.

O que eu gostava (para além de viver com a organização dos países do norte da Europa, o sol do mediterrâneo e muitos coentros e alho na gastronomia), era de consolidar organização socio-profissional dos arqueólogos durante o dia de amanhã de modo a que, lá para o fim da tarde ou mesmo depois de amanhã, fosse inquestionável a existência de uma associação pública profissional. E isso, mais uma vez repito o que tenho dito neste ciclo de debates, só depende de nós. A APA é uma associação de direito privado cuja deontologia, estatutos, regulamentos e normativos só são válidos para quem voluntariamente se torna membro. É verdade, mas, se todos formos associados da APA, isso é exactamente limitativo de quê?

Porque é que não somos todos associados da APA?