Numa das minhas anteriores participações neste blogue dizia que aquilo que mais precisamos é que cada um assuma as suas responsabilidades, pessoais e institucionais. E que todos, como classe profissional, as assumamos também.
O debate que a Al-Madan promoveu teve assinalável êxito (pela mobilização alcançada e pela civilidade em que decorreu). Ponto final.
Glosando alguém, poderíamos dizer: falamos, falamos… mas não fazemos nada.
A Maria José Almeida, ao fazer o relato que faz da última AG da APA, disse tudo quanto à desmobilização existente e que chega a ser desmoralizadora.
Seria fácil acusar os mais jovens, que realmente, do ponto de vista profissional, deveriam ser os mais interessados em lutar por melhores condições de vida, que julgo serem também melhores políticas patrimoniais.
Outros que o façam e talvez com razão. Pelo meu lado, sinto que pessoas como eu têm especiais responsabilidades, porque, bem ou mal, quer dizer por circunstâncias geracionais favoráveis ou por mérito próprio (deixarei a outros a avaliação, tendo a presunção de pensar que ambos os factores contaram) ocupamos hoje posições de relevo tanto no plano da comunidade arqueológica como no plano das instituições do Estado.
Acontece que são hoje poucos os que, com as responsabilidades sociais que eu tenho, dão realmente a cara e vão à luta, como se dizia no PREC. Estão (estamos ?) cansados e só pensam (pensamos ?) na reforma. Quanto muito falam (falamos ?) em corredores, mas não actuam (actuamos ?) consequentemente.
E isto reduz extraordinariamente a possibilidade de a arqueologia se afirmar socialmente e perante o Poder (repare-se que digo “o Poder” e não "a tutela”, porque a arqueologia não tem tutelas, nem a palavra tutela me parece civicamente recomendável).
As interrogações dos parêntesis anteriores incomodam-me bastante. Não me sinto preparado para viver uma reforma antecipada, estando no activo. E sobretudo não me sinto nada, mesmo nada, preparado para me reformar civicamente.
Assim, entendi em Março que devia aceitar o desafio para assumir novas responsabilidades associativas numa organização mais englobante, a partir da qual perspectivava já a possibilidade de trabalhar no sentido do alargamento das plataformas comuns de acção.
Candidatei-me e fui eleito para Presidente do ICOM Portugal, numa lista que incluia o trabalho inter-associativo como uma das suas prioridades.
Posso agora dizer que o ICOM Portugal acaba de dirigir convites às principais organizações representativas de profissionais que trabalham no sector património cultural (incluindo obviamente a APA) para uma primeira reunião inter-associativa a ter lugar ainda em Maio. Nessa reunião iremos tentar acertar agendas e constituir uma plataforma comum, dotada de um secretariado permanente. Desejaríamos promover, nesse quadro e no horizonte de um ano, um 1º Encontro Nacional dos Profissionais do Património Cultural.
Paralelamente a nós, ICOM Portugal, verifiquei com satisfação que também os nossos colegas do ICOMOS Portugal, incluindo arqueólogos, tomaram posição publica quanto à situação caótica em que está o aparelho do Ministério da Cultura na área do património cultural e especificamente da arqueologia.
Usando os métodos da análise marxista, creio que existem condições objectivas para que se construam plataformas comuns de acção; basta que se proporcionem também as condições subjectivas. O meu contributo vai neste sentido.
Não seria possível fazer algo idêntico no âmbito da arqueologia, para aprofundamento dos problemas específicos no nosso sector ? O que falta ? Talvez apenas que pessoas concretas com responsabilidades associativas tomem a iniciativa.
Pessoas concretas, repito. É que há-de parecer estranho, porventura narcísico, o uso tão recorrente da primeira pessoa do singular neste texto. Em boa verdade, também a mim me estranha. Mas há horas em que assumir responsabilidades é falar na primeira pessoa do singular.
2008-05-11
Assumir responsabilidades... na primeira pessoa
2008-05-01
Frango-tipo-leitão
Este post serve de resposta ao comentário do Paulo. Na verdade, também poderia ter chamado a isto “Para que serve uma Universidade?”, porque a politecnização da Universidade — que, concordo, também penso que será um dos primeiros (maus) efeitos de Bolonha… Se é que não será mesmo uma sua décimo-segundarização! — não me parece um desafio, mas um risco grave.
O passo seguinte será fazer emergir da "mole" das universidades-tipo-politécnico umas poucas eleitas. Enfim, ninguém inventa nada e estas soluções já estão vistas há muito noutras paragens, mesmo sem a pompa e circunstância do "processo de Bolonha".
Paradoxalmente, o resultado mais provável é que se mantenha a mesma divisão entre Politécnicos (i. é: Instituições de ensino superior COM carácter profissionalizante; os actuais Institutos Politécnicos, a que se juntarão nesse futuro mais ou menos próximo a maioria das Universidades) e verdadeiras Universidades (i. é: Instituições de ensino superior SEM carácter profissionalizante, e por isso com outro tipo de objectivos e preocupações; a que hoje chamamos Universidades, mas no tal futuro da "Europa de Bolonha" serão apenas uma parte destas, pelo que teremos que inventar-lhes outro nome — pessoalmente, já se vê, aposto em “grandes écoles”).
Poderia até tratar-se apenas de chutar a bola para canto a fim de ganhar algum tempo e recuperar a tranquilidade para resolver o verdadeiro problema da Universidade actual: que fazer para garantir a qualidade de um ensino (1) massificado e (2) em contexto de profunda contracção orçamental.
Então... Porque não gosto da solução?
Isto é, para além de, por princípio, ser avesso a chutar os problemas para canto.
Bom, por uma avaliação de riscos: à chegada desta Universidade-politécnica-de-Bolonha o que teremos ganho e perdido?
Perdemos democracia no acesso aos graus superiores do ensino, porque objectivamente, a população estudante das "grandes écoles" não reproduz a totalidade do espectro social. Ali não há "pobres"! Preocupa-me porque assim se acentua o desequilíbrio socio-económico.
Perdemos (continuaremos a perder!) investimento na formação (diferente de profissionalização), acantonada nas tais escolas de eleição, que terão mais meios por aluno, mas muito menos alunos do que a actual Universidade massificada e, por isso, menos volume bruto de investimento.
Já agora, temos uma ideia de quem serão estes poucos alunos? É conhecido, por exemplo, o caso paradigmático da classe política dirigente francesa cujos elementos (independentemente do partido a que pertençam) provêm em larga maioria de um mesmo curso parisiense de ciência política... Preocupa-me porque assim se reduz a diversidade societária!
Obviamente, também perdemos investimento público em investigação, não menos acantonada nos tais "pólos de excelência"... Soa-vos? É uma ideia antiga, já nos acenavam com isto nos idos do início da década de 90, quando começou o desinvestimento estrutural no ensino superior, à pala da sacrossanta autonomia universitária.
Só que "ojo"! Esta perda de investimento é tanto mais grave quanto nos movemos num país sem uma estrutura global dedicada à investigação com a pujança de um CNRS ou de um CSIC (emanados de Estados em que o investimento na investigação científica, se não é aposta fundamental no futuro, é pelo menos parte da afirmação nacional no presente) e onde (por isso e pela incipiência do mercado e da iniciativa privada) a Universidade se vê forçada a sustentar quase exclusivamente a olímpica chama da investigação.
Em suma: por mais molho que leve em cima, frango nunca será leitão. Nem o frango deve querer ser leitão. Arrisca-se é a deixar de ser um frango em condições... Ao mesmo tempo que arrasa o leitão de qualidade.
Eis o risco! Que seria muito mau, porque o bonito da vida é poder escolher.
Falta ainda uma outra parte da resposta ao Paulo. Chamar-lhe-ei “Acerca de uma acreditação profissional feita pelas Universidades…”, ou qualquer outra coisa do género.
Mas antes, gostaria de ouvir a opinião dos outros (e particularmente do Prof. Fabião, por ser um adepto de Bolonha e sobretudo por conhecer o “processo” por dentro e muito melhor do que eu) acerca destas questões relacionadas com o papel da Universidade e com o acesso à categoria profissional (de arqueólogo) na dita “Europa de Bolonha”.
2008-04-29
A Arqueologia em Revista – Beja (Tema 2)
Segunda parte do registo em vídeo do quarto debate do ciclo “A Arqueologia em Revista”, realizado no passado dia 29 de Março, na Biblioteca Municipal José Saramago, em Beja, com o apoio da autarquia local.
Incluem-se as intervenções de introdução ao Tema 2, “A Arqueologia e os Arqueólogos”, da responsabilidade de Miguel Martinho e Joaquim Carvalho, e a discussão subsequente, onde participaram também Miguel Almeida, Paulo Marques, André Gregório, Leonor Rocha, António Carlos Silva e Jorge Raposo.
Os vídeos apresentados continuam a resultar de uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
1. Miguel Martinho
http://br.youtube.com/watch?v=SS_bTFEosCs
– Divulgação do 3º Encontro de Avaliação de Impactes Ambientais.
– A Arqueologia e os arqueólogos do ponto de vista de um promotor de obras: a acção da EDIA.
http://br.youtube.com/watch?v=C0e0O17WIms
– A Arqueologia e os arqueólogos do ponto de vista de um promotor de obras: a acção da EDIA.
– O promotor de obras, a Arqueologia e o mercado empresarial.
http://br.youtube.com/watch?v=zoV1isToJKI
– O promotor de obras, a Arqueologia e o mercado empresarial.
– Algumas questões / observações: metodologias, formação, regulamentação, sociabilização, valorização, acesso à profissão…
2. Joaquim Carvalho
http://br.youtube.com/watch?v=XT1tB9y0bcc
– Os desajustamentos com a transformação recente da Arqueologia portuguesa.
– A Arqueologia e as autarquias.
http://br.youtube.com/watch?v=A1XJgmXyyUU
– A Arqueologia e as autarquias.
– A necessidade de organização dos arqueólogos.
– A Arqueologia empresarial e a preservação dos espólios arqueológicos.
3. Debate: Miguel Almeida e Paulo Marques
http://br.youtube.com/watch?v=Z1z4s2eNAIA
Miguel Almeida:
– Os promotores de obras, a Arqueologia e os impactes ambientais.
– A qualificação da Arqueologia empresarial: regulamentação, fiscalização e investigação aplicada.
Paulo Marques:
– Os promotores de obras, a Arqueologia empresarial e o papel dos arqueólogos.
4. Debate: Miguel Martinho e André Gregório
http://br.youtube.com/watch?v=_U2nfG_7YW8
Miguel Martinho:
– Arqueologia e avaliação de impactes ambientais.
– Arqueologia empresarial.
André Gregório:
– O desinvestimento da administração central na Arqueologia: organização institucional e fiscalização.
– Arqueologia empresarial e condições de trabalho para os arqueólogos.
5. Debate: André Gregório e Leonor Rocha
http://br.youtube.com/watch?v=GwwyAQ9U7Jo
André Gregório:
– Arqueologia empresarial e condições de trabalho para os arqueólogos.
– A regulamentação e a fiscalização da actividade arqueológica.
– As responsabilidades da administração pública e a gestão privada do Património.
Leonor Rocha:
– A valorização profissional e social do arqueólogo.
6. Debate: Miguel Almeida e António Carlos Silva
http://br.youtube.com/watch?v=z6_2rFsWImI
Miguel Almeida:
– Arqueologia empresarial, formação profissional e distorções de mercado.
António Carlos Silva
– Visibilidade social da Arqueologia e diversificação do campo de intervenção das empresas.
Miguel Almeida:
– O mercado empresarial da Arqueologia portuguesa.
7. Debate: Jorge Raposo
http://br.youtube.com/watch?v=Lknp1eIehro
– Responsabilidades individuais e colectivas para alterar a situação presente.
Condições olímpicas
A RTP passa um debate sobre condições laborais. É o acaso que se põe a jeito para que eu recupere um post nado-morto na sequência do debate promovido aqui em Coimbra pelo Ateneu, há alguns dias e mais ou menos sobre o mesmo tema.
Mais ou menos porque agora se debate o novo Código do trabalho — que reconheço ainda não conhecer devidamente — e então discutíamos especificamente o caso particular da Arqueologia. É este que me interessa.
Resultados do Ateneu?
Antes de mais, outra vez uma adesão de participantes muito significativa e... Outra vez as mesmas ausências: a tutela, a Universidade, poucas empresas presentes.
Sinal muito positivo, uma maior presença e sobretudo participação dos arqueólogos mais jovens, aqui mais à vontade do que noutras ocasiões.
Outra nota positiva: o esforço da APA para caracterizar a actividade e o sector profissional da Arqueologia. Um esforço activo, continuado, que porém esbarra frequentemente na nossa desconfiança geral e falta de transparência de que todos, quase sem excepção, vamos fazendo prova. Se tanto se tem falado nos debates recentes de sinais de menoridade do sector da Arqueologia, eis, sem margem para dúvidas, um destes sinais!
Outra nota muito positiva: o debate, anunciado sobre condições de trabalho, acabou por centrar-se decisivamente na qualificação e a ética profissional. Considero bastante promissor que sedimente entre os profissionais do sector a noção que estes problemas (das condições laborais, por um lado, e da qualificação e ética profissional, por outro) não poderão resolver-se de forma desconexa. A solução de um implica a solução do outro!
Mas o que teve de particular o debate do Ateneu neste contexto da Arqueologia foi a presença marcante (anunciada como marcante e efectivamente marcante!) da perspectiva sindical.
E é aqui que entra a comparação com o debate a que agora assisto na televisão.
Sem ousar pronunciar-me sobre a questão das relações laborais a nível global, que, como cidadão, me preocupa deveras, mas ultrapassa os meus conhecimentos objectivos e atrevimento de intervenção, não me parece que possa enquadrar-se aqui directamente o essencial do debate sobre as condições laborais no sector da Arqueologia.
Por exemplo: na famosa discussão relativa à inadaptação a novas técnicas e métodos como fundamento de justa causa de despedimento... Importa talvez não esquecer que a actualização metodológico e científica constante consiste numa obrigação deontológica do arqueólogo. É só um exemplo.
Com efeito, parece evidente que as questões relativas às relações laborais em termos gerais não se reproduzem directamente no sector específico da Arqueologia. Nem os problemas das relações laborais na Arqueologia poderão resolver-se pelos mesmos mecanismos: a discussão geral visa estabelecer parâmetros mínimos de protecção social para trabalhadores em relações de trabalho "proletarizadas", do ponto de vista em que um trabalhador será facilmente substituível por outro.
Ora, penso, antes de mais, que a melhoria das condições laborais na Arqueologia exige precisamente que façamos a opção por um mercado diametralmente diferente. Em que os profissionais do ramo não sejam "fungíveis".
Eis um tema que deveria debater-se neste fórum.
Dir-me-ão que não é esse o caminho actual, ao que respondo sem hesitações que esse é o caminho que tenho feito na instituição em que vivo quotidianamente e que não vejo outro que leve a uma solução.
Para além disso, mau será que num sector da cultura tenhamos por objectivo a definição de relações profissionais por um patamar mínimo. Não deve ser esse o nosso objectivo!
Este anseio, porém, parece surgir hoje muito desligado de uma realidade em que o arqueólogo cobra muitas vezes pela sua hora de trabalho menos do que um trolha; cerca de 8 a 10 vezes menos do que um técnico de restauro; menos pelo seu dia de trabalho do que um advogado mediano por uma consulta de uma hora, etc.
Sem dúvida.
"Exploração do arqueólogo pelo arqueólogo"?... Também. Só que esta exploração não é a causa de todas as nossas maleitas, mas sim já um dos seus efeitos. As causas devem buscar-se (1) na perda de valor social da profissão, que é evidente e até "natural", por força da segunda das causas fundamentais do "estado a que isto chegou": (2) a nossa própria falta de qualificação e (ouso dizê-lo!) sobretudo a nossa incompreensão do papel social que nos cabe. Outro tema útil e muito actual para debate neste momento.
Um sindicato seria favorável?
Talvez, mas quem seriam os sindicalizáveis? Num relance, parece-me que a maioria dos elegíveis para o corpo sindical têm já à sua disposição estruturas sindicais de acolhimento. Os sindicatos da função pública, por exemplo. Isto porque não vejo nas entidades privadas — que funcionam fundamentalmente em regime de prestações de serviços e recibos verdes — uma massa de trabalhadores sindicalizáveis. Os prestadores de serviços, claro, são trabalhadores liberais e, por consequência, são outros os meios de associação profissional que a lei lhes reconhece.
A menos que já não seja este também o entendimento dos próprios sindicatos. Aguardo a vossa resposta.
De qualquer modo, para além de tudo isto, fica deste debate do Ateneu de Coimbra um travo amargo, este muito negativo e que nos põe de sobreaviso em relação à capacidade de intervenção progressiva dos sindicatos nesta questão. O que vimos foi um sindicato colado à Universidade, nomeadamente no que respeita à questão da acreditação profissional. Aliás, mais do que colado, na medida em que penso que as posições defendidas durante o debate nem sequer serão assumidas pelos próprios representantes do meio universitário, eles maioritariamente conscientes de que a sua missão é formar e não profissionalizar. E de que nem para isso teriam meios.
Importa notar que se digo que esta me parece ser a posição dos universitários é porque de facto não posso ter disto senão uma sensação, pois nenhum estava presente para expressar-se.
Ora, esta posição sindical é bastante preocupante, porque deriva não apenas de uma incompreensão da realidade específica da Arqueologia, mas seguramente mesmo de uma insuficiência gritante de reflexão sobre a realidade sócio-profissional da Arqueologia.
Aqui não podem aplicar-se as receitas pré-fabricadas de outros sectores, nem definir-se os objectivos pelos mínimos olímpicos. A nossa ambição é muito superior, e de outra forma a protecção do património histórico-arqueológico não se fará.
2008-04-25
A Arqueologia em Revista – Beja (Tema 1: debate)
Conclusão do registo do período dedicado ao Tema 1, “A Arqueologia e o Poder”, no quarto debate do ciclo “A Arqueologia em Revista”, realizado em Beja.
Os vídeos correspondem à fase de debate, onde participaram também Jorge Raposo, Leonor Rocha, Miguel Almeida, Ana Sofia Antunes, Manuela de Deus, António Carlos Silva, Susana Correia, Isabel Ricardo e Fernanda Lourenço.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
4. Debate: Jorge Raposo e Leonor Rocha
http://br.youtube.com/watch?v=y0X0k2yBqDU
Jorge Raposo:
– O enquadramento e o papel dos arqueólogos municipais.
– A interligação entre as administrações local e central: a fiscalização e a gestão do território.
Leonor Rocha:
– A relação entre os arqueólogos municipais e a administração central: licenciamento e fiscalização.
5. Debate: Miguel Almeida e Ana Sofia Antunes
http://br.youtube.com/watch?v=DzwxqsEDFL8
Miguel Almeida:
– A fiscalização e a Arqueologia empresarial.
Ana Sofia Antunes:
– O papel dos arqueólogos nos municípios: a relação com os executivos e a falta de regulamentação.
– Os mecanismos de apoio ao financiamento de trabalhos arqueológicos.
6. Debate: Manuela de Deus
http://br.youtube.com/watch?v=HbQHQdoOojw
– As competências da administração central e a regulamentação da actividade arqueológica.
– Os mecanismos de apoio ao financiamento de trabalhos arqueológicos.
– A situação dos espólios arqueológicos.
– A relação entre os arqueólogos municipais e a administração central.
7. Debate: António Carlos Silva
http://br.youtube.com/watch?v=hXMLlp-Vl3k
– A situação actual da Arqueologia portuguesa: conselho consultivo, regulamento de trabalhos arqueológicos, credenciação de empresas, regulamentação da Lei de Bases do Património.
– A importância da visibilidade social da Arqueologia.
8. Debate: Miguel Almeida e Ana Sofia Antunes
http://br.youtube.com/watch?v=JuixoctVsew
Miguel Almeida:
– A situação dos espólios arqueológicos.
– A importância da visibilidade social da Arqueologia.
– A credenciação das empresas de Arqueologia e a responsabilidade partilhada.
Ana Sofia Antunes:
– A importância da visibilidade social da Arqueologia.
– As insuficiências da educação patrimonial.
9. Debate: Susana Correia
http://br.youtube.com/watch?v=TWG99nISUA0
– O papel social dos arqueólogos e a educação patrimonial.
– O enquadramento dos arqueólogos nos municípios.
– A situação dos espólios arqueológicos.
10. Debate: Isabel Ricardo
http://br.youtube.com/watch?v=1J9AdHL2eyU
– A falta de definição da administração central.
– A regulamentação da actividade arqueológica a nível municipal.
11. Debate: Fernanda Lourenço
http://br.youtube.com/watch?v=IHuDELWgtHg
– As transformações da Arqueologia portuguesa.
– A educação patrimonial no ensino secundário.
12. Debate: Manuela de Deus e Susana Correia
http://br.youtube.com/watch?v=j93NXPHHmZA
– A situação da Arqueologia nas autarquias do Alentejo.
– A situação dos espólios arqueológicos.
13. Debate: António Carlos Silva e Susana Correia
http://br.youtube.com/watch?v=koJSO0GcvvY
António Carlos Silva:
– O actual “imbróglio jurídico” na administração pública da área do Património.
– A transição IPA / IGESPAR.
– A articulação IGESPAR / Direcções Regionais de Cultura.
Susana Correia:
– A articulação IGESPAR / Direcções Regionais de Cultura.
2008-04-24
A Arqueologia em Revista – Beja (Tema 1: introdução)
Primeira parte do registo em vídeo do quarto debate do ciclo “A Arqueologia em Revista”, realizado no passado dia 29 de Março, na Biblioteca Municipal José Saramago, em Beja, com o apoio da autarquia local.
Incluem-se a apresentação geral do projecto, por Jorge Raposo (Centro de Arqueologia de Almada) e as intervenções de introdução ao Tema 1, “A Arqueologia e o Poder”, proferidas por António Carlos Silva e Susana Correia.
À semelhança do sucedido nos anteriores eventos deste ciclo, os vídeos apresentados são uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
1. Introdução (Jorge Raposo – CAA / Al-Madan)
http://br.youtube.com/watch?v=Po0PEk5i4fQ
http://br.youtube.com/watch?v=25pG-o1HarE
2. António Carlos Silva
http://br.youtube.com/watch?v=J4nYyfv_vPA
– A Al-Madan e o debate da organização da Arqueologia portuguesa.
– A Arqueologia e o Estado.
http://br.youtube.com/watch?v=xws6FNeb5LM
– A especificidade do Património arqueológico justifica abordagem jurídica específica.
– As funções da administração pública na área da Arqueologia: definir o enquadramento legal, regular as acções de Arqueologia preventiva…
http://br.youtube.com/watch?v=4cAw0FHRWqc
– As funções da administração pública na área da Arqueologia: valorização patrimonial, manutenção do arquivo histórico da Arqueologia portuguesa, da base de dados Endovélico e de um sistema de reservas de espólios arqueológicos, apoio à investigação e ao ensino.
http://br.youtube.com/watch?v=HP9A8eXgQwk
– A administração pública e o apoio à investigação, à gestão e à valorização do Património.
3. Susana Correia
http://br.youtube.com/watch?v=sOogTpb8R7Q
– O programa do Governo e a recente intervenção do Ministro da Cultura na Assembleia da República.
– As parcerias entre diferentes níveis da administração pública e outras instituições.
– A situação dos arqueólogos avençados do IGESPAR.
http://br.youtube.com/watch?v=3Qja3oYfdYc
– A Arqueologia na administração local: o enquadramento e o papel dos arqueólogos municipais.
– A situação da Arqueologia nos municípios do Alentejo.
2008-04-23
A Arqueologia em Revista – Faro (Tema 2)
Conclusão do debate do ciclo “A Arqueologia em Revista” realizado em Faro, com o registo vídeo da abordagem do Tema 2, “A Arqueologia e os Arqueólogos”, com as intervenções iniciais de Nuno Ferreira Bicho e Dália Paulo e o debate subsequente, onde participaram também Maria José Almeida, Maria José Kremer, Helena Morán, Rui Parreira, Jorge Raposo e Miguel Lago.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
1. Nuno Ferreira Bicho
http://br.youtube.com/watch?v=q9ZK74lNIqI
– O que é a Arqueologia e qual o seu objectivo? Ciência pura e ciência aplicada.
– A regulação do exercício da profissão de arqueólogo: a Ordem e o Ensino Superior.
– Como fazer uma Ordem?
http://br.youtube.com/watch?v=TipZUrT5QUs
– Como fazer uma Ordem?
– A regulamentação e a descentralização.
– O Ensino Superior e a formação profissional.
– O financiamento da investigação científica em Arqueologia.
[devido a um lamentável problema técnico, a parte final desta intervenção e as seguintes apresentam problemas na gravação de som]
2. Dália Paulo
http://br.youtube.com/watch?v=9FPLF9WF0eM
– O arqueólogo e o “outro”; a função social da Arqueologia.
– A criação da Ordem dos arqueólogos e a uniformização do discurso e a projecção de uma nova imagem social.
– A Arqueologia e as estratégias da administração municipal.
http://br.youtube.com/watch?v=4A4iMcQOM68
– Formação académica e profissional: a vantagem das parcerias entre as universidades e os museus.
– As autorizações para trabalhos arqueológicos e as autarquias.
3. Debate: Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=mptbwFPLKn0
– A posição dos arqueólogos nas autarquias.
– A Ordem dos arqueólogos e o Ensino Superior: as universidades, o exercício da profissão e a formação contínua.
4. Debate: Maria José Almeida e Maria José Kremer
http://br.youtube.com/watch?v=qa7O7zKTUrU
Maria José Almeida:
– A Associação Profissional de Arqueólogos e a Ordem.
Maria José Kremer:
– A Arqueologia, as universidades e os museus.
5. Debate: Helena Morán
http://br.youtube.com/watch?v=x1cK7u8bOMA
– O papel dos arqueólogos nos municípios.
6. Debate: Nuno Ferreira Bicho
http://br.youtube.com/watch?v=vDpGnuthY5Y
– O ensino universitário e a formação profissional.
– A relação entre as universidades e os museus e a empregabilidade dos profissionais.
– A Ordem dos arqueólogos e os cursos universitários.
– As condições de formação de uma Ordem dos arqueólogos.
– Os estágios académicos.
7. Debate: Dália Paulo
http://br.youtube.com/watch?v=qdgT4KcpDEI
– As universidades e os museus.
– Os arqueólogos em contexto municipal.
8. Debate: Rui Parreira
http://br.youtube.com/watch?v=rU6e3QJ1QB8
– A formação dos arqueólogos: a universidade e o processo de reprodução social.
– O papel do arqueólogo na sociedade.
– O papel do Estado nas autorizações de trabalho arqueológico.
– A artificialidade da distinção entre Arqueologia científica e aplicada.
9. Debate: Helena Morán, Nuno Ferreira Bicho e Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=KEgIUUOzidA
Helena Morán:
– A administração central e as autarquias na autorização de trabalhos arqueológicos e na gestão do Património arqueológico.
Nuno Ferreira Bicho:
– Arqueologia científica e Arqueologia aplicada.
– O papel dos professores na formação em Arqueologia.
– A eventual descentralização do mecanismo de autorização de trabalhos arqueológicos.
Maria José Almeida:
– A descentralização de competências para as autarquias.
10. Debate: Jorge Raposo
http://br.youtube.com/watch?v=nGjYq1gwZ4o
– A actividade arqueológica nas autarquias, a descentralização de competências e a relação com as universidades.
– A Ordem de arqueólogos e a necessidade de um sindicato vertical para a Arqueologia portuguesa.
11. Debate: Rui Parreira e Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=Le8MMfOBOhc
Rui Parreira:
– A eventual descentralização do mecanismo de autorização de trabalhos arqueológicos.
Maria José Almeida:
– Uma estrutura sindical para a Arqueologia portuguesa.
– A Ordem de arqueólogos: agora ou depois?
12. Debate: Miguel Lago e Rui Parreira
http://br.youtube.com/watch?v=KNywRAUt460
Miguel Lago:
– Será mesmo necessária uma Ordem dos arqueólogos?
– O controlo da actividade arqueológica.
Rui Parreira:
– As capacidades de fiscalização da actividade arqueológica, a nível central e local.
2008-04-20
Ir. Intervir!
Estou atrasado na minha participação aqui. Falta de tempo, não de tema, que a Arqueologia nacional é, felizmente (!), dinâmica quanto baste para alimentar regularmente esta discussão … Mesmo se nos tempos que correm os motivos de intervenção derivam — infelizmente (!) — em maioria de notícias bastante negativas.
Assim, como primeira constatação ressalta a confirmação desta disponibilidade para participar, que já conhecíamos na Arqueologia portuguesa.
Antes de mais, assinalar uma presença muito escassa da tutela, sobretudo quando procuramos responsáveis com capacidade de decisão, e sobretudo ao nível da administração central. Algumas ausências são particularmente ruidosas e custa a acreditar que não tenham encontrado possibilidades de participar em nenhum dos cinco debates organizados. Explicações? Ou a sua avaliação da situação actual é globalmente positiva, ou o modelo dialógico não lhes surge como útil na busca de soluções de futuro. Ambas preocupantes.
Em segundo lugar, os docentes universitários: que a sua participação activa neste esforço de reflexão tenha sido (talvez com a excepção do debate de Lisboa) tão escassa parece-me bem representativo da distância que a Universidade (de um modo geral) deixou interpor entre si e a (restante) sociedade portuguesa. Surpreende-me? Não. Lamento a ausência? Sim, muito! Penso, e já o disse aqui, que a Universidade poderá jogar um papel decisivo na alteração a médio prazo da situação estrutural que motiva a actual crise, contingente, da Arqueologia portuguesa.
Em terceiro lugar, se é indiscutível que a vasta maioria da Arqueologia nacional se faz hoje em contexto de empresa, seria também de esperar que os responsáveis destas empresas participassem massivamente. Tanto mais que as alterações em curso põe claramente em causa o futuro da Arqueologia preventiva e de emergência. Ou… Ou não põe?! Penso que sim, mas visivelmente a maioria dos meus colegas não se sente ameaçado. Ou então não sente que a ameaça valha estragar o fim-de-semana. Também é possível.
Por fim, como avaliar a participação dos que hoje trabalham (com mais ou menos vínculo e condições) na miríade de intervenções de Arqueologia preventiva e de emergência. Eles constituem sem dúvida uma pedra fundamental da nossa Arqueologia, quer em termos de efectivos, quer porque (até por imperativos estritamente biológicos) neles reside o futuro. É-me mais difícil avaliar quantitativamente a sua presença, porque o número dos que conheço é menos representativo do total. Deixemos por isso a simples aritmética das presenças para rever o “filme” (até em alusão à iniciativa de publicação on-line da Al-Madan) destes debates: não obstante a estrutura escolhida pelos organizadores ter sido extremamente aberta e fomentadora da discussão, a participação do público nos debates foi maioritariamente assegurada por caras que já conhecíamos. De onde, a conclusão necessária de que, pese embora alguns dos seus elementos tenham estado presentes, esta massa de arqueólogos no activo não se sentiu nesta ocasião motivada. Alguns para a participação activa, a maioria nem mesmo para a simples deslocação.
Curiosamente, esta ausência de intervenção activa acontece num momento em que a ânsia de participação é apregoada a quatro ventos desde o anonimato virtual de blogues e listas de discussão diversas.
Erro de cálculo!
Compreenda-se: não que a existência de tais meios de comunicação seja negativa. O problema que vejo é o de uma séria falta de eficácia e desperdício de energias.
Porquê? Ao contrário do que possa julgar-se do lado de lá do anonimato, essas formas de expressão não são nada incómodas para um eventual status quo (se é que ele existe na Arqueologia portuguesa, coisa de que também duvido).
Pelo contrário, as críticas assim produzidas falham desgraçadamente o alvo, logo por motivos de forma. E isto independentemente do maior ou menor acerto do conteúdo das críticas produzidas. Os mais elementares fundamentos da teoria da comunicação demonstram que a eficácia da transmissão da mensagem depende, entre outros factores, do emissor e do contexto. Emissor e contexto que, precisamente, se perdem neste anonimato.
Ora, é particularmente grave que se pretenda fazer abstracção do contexto entre arqueólogos.
De qualquer modo, penso estar aqui um dos problemas decisivos com que nos defrontamos: a frequente falta de disponibilidade efectiva para intervir, "molhar-se" e participar das soluções, no quadro de um mundo em que (para nosso bem ou para nosso mal, o que para o caso é irrelevante) o Estado não mais se encarrega de resolver os nossos problemas.
A Arqueologia em Revista – Faro (Tema 1)
Registo em vídeo do terceiro debate do ciclo “A Arqueologia em Revista”, realizado no passado dia 15 de Março, no Museu Municipal de Faro, com o apoio da autarquia local.
Incluem-se a apresentação geral do projecto, por Jorge Raposo (Centro de Arqueologia de Almada) e a abordagem do Tema 1, “A Arqueologia e o Poder”, com as intervenções iniciais de Rui Parreira e Miguel Lago e o debate subsequente, onde participaram também Nuno Ferreira Bicho, Maria José Almeida e André Oliveira.
À semelhança do sucedido nos anteriores eventos deste ciclo, os vídeos apresentados são uma co-produção CAA / Instituto Politécnico de Tomar.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
1. Introdução (Jorge Raposo – CAA / Al-Madan)
http://br.youtube.com/watch?v=mNkxXmtl348
2. Rui Parreira
http://br.youtube.com/watch?v=FO65U3NMsmY
– O ciclo, produção, distribuição, troca e consumo aplicado ao conhecimento e ao Património.
– Processo de produção social, valor de uso e valor de troca do Património.
– Estado e iniciativa privada.
– Reprodução social do conhecimento e do Património: investigação científica, classe dominante e síndroma identitário.
– A valorização de sítios arqueológicos: “Arqueologia promenade” e “Arqueologia agit-prop”.
http://br.youtube.com/watch?v=6x4KY2ygrAE
– O processo de distribuição, troca e consumo de saberes e de Património: a mitologia do turismo.
– Património, gestão do território e rentabilização social.
– Praxis da gestão patrimonial: a gestão imposta e a gestão participada.
– O actual modelo de gestão, a gestão imposta e a descentralização de competências.
3. Miguel Lago
http://br.youtube.com/watch?v=FHyHvfrGmw4
– Património, gestão pública e privada.
– Atribuições e competências da administração pública na área do Património.
– Organização institucional e actuação da administração pública.
– A relação público / privado: estandardização das boas práticas.
http://br.youtube.com/watch?v=1i3udIHgTfs
– A relação com a formação universitária e com a Arqueologia empresarial.
– A descentralização de atribuições e competências na administração pública.
– A necessidade de novas parcerias e estratégias e ligação à sociedade.
4. Debate: Nuno Ferreira Bicho, Miguel Lago e Rui Parreira
http://br.youtube.com/watch?v=Y--fJgA61Qo
Nuno Ferreira Bicho:
– A generalidade dos conceitos e a sua aplicação prática: a ciência e a divulgação científica.
– A acessibilidade ao conhecimento e a acessibilidade ao Património.
Miguel Lago:
– A divulgação científica e a relação com os clientes da Arqueologia empresarial.
Nuno Ferreira Bicho:
– O papel do Estado e o papel dos cidadãos.
– As insuficiências da divulgação científica.
Rui Parreira:
– A investigação e a divulgação científica: arqueografia e História.
5. Debate: Jorge Raposo e Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=yxFSFWQMOP4
Jorge Raposo:
– Atribuições da administração pública, valorização social do conhecimento científico e descentralização de competências.
Maria José Almeida:
– O retorno social da prática arqueológica: público e privado.
Jorge Raposo:
– A credenciação dos arqueólogos e das instituições.
– Sociabilização do conhecimento científico e valorização do Património.
6. Debate: Rui Parreira e Miguel Lago
http://br.youtube.com/watch?v=xGpdRHwUIMQ
Rui Parreira:
– A relação entre o Estado e os agentes individuais e colectivos: normalização e fiscalização.
– Credenciação e auto-regulação.
Miguel Lago:
– Credenciação, Ordem de Arqueólogos e acção reguladora do Estado.
7. Debate: Maria José Almeida e Nuno Ferreira Bicho
http://br.youtube.com/watch?v=xGxUF_Mqtxw
Maria José Almeida:
– Credenciação individual e das entidades públicas e privadas.
– Auto-regulação e acção do Estado.
– O problema da gestão dos espólios arqueológicos.
– A importância da mobilização colectiva dos arqueólogos.
Nuno Ferreira Bicho:
– A credenciação dos profissionais e das entidades.
– O poder central: as áreas da Cultura e da Ciência e Tecnologia.
8. Debate: André Oliveira e Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=z9nipBccyLQ
André Oliveira:
– As parcerias público / privado: educação patrimonial e investigação científica.
Maria José Almeida:
– A tutela da actividade arqueológica.
9. Debate: Jorge Raposo
http://br.youtube.com/watch?v=C7iqy1nC0r8
– A sociabilização do conhecimento arqueológico e a educação patrimonial.
– A intervenção social dos arqueólogos.
2008-04-16
A Arqueologia em Revista – Porto (Tema 3: debate)
Conclusão do registo do debate do ciclo “A Arqueologia em Revista” realizado no Porto, no passado dia 8 de Março, com o período de discussão, onde participaram Alexandra Cerveira Lima, Gonçalo Cruz, Maria José Almeida, Lino Tavares Dias, Luís Fontes, António Manuel Silva e Jorge Raposo.
Para evitar o acesso lento na abertura deste blogue, são aqui colocadas apenas as ligações que permitirão visualizar as imagens directamente a partir do YouTube.
4. Debate: Alexandra Cerveira Lima, Gonçalo Cruz e Maria José Almeida
http://br.youtube.com/watch?v=SPHQ8rz8n6E
Alexandra Cerveira Lima:
– A qualidade da regulação da actividade arqueológica e o mercado.
– A criação do IGESPAR.
Gonçalo Cruz:
– A ética profissional e a função social do arqueólogo.
– O caso de Pinhel: barragem, Património arqueológico e educação patrimonial.
Maria José Almeida:
– Foz Côa, educação patrimonial e turismo cultural.
5. Debate: Lino Tavares Dias
http://br.youtube.com/watch?v=XXsj8GjJMac
– O Património na administração pública central e a importância da vontade política.
– A qualidade do controlo da actividade arqueológica.
http://br.youtube.com/watch?v=uPpnasjtOlo
– O caso do Côa e a decisão política.
– A lógica de planeamento regional e a Arqueologia.
6. Debate: Luís Fontes
http://br.youtube.com/watch?v=IxPK4ore4n0
– A avaliação social da qualidade do trabalho arqueológico.
– A fiscalização da actividade arqueológica e a formação dos arqueólogos.
– O papel regulador do mercado.
– O Património e o desenvolvimento local.
– Arqueologia e retorno social.
7. Debate: António Manuel Silva e Alexandra Cerveira Lima
http://br.youtube.com/watch?v=05MlDn3lQ2g
António Manuel Silva:
– O Património e a administração central.
– A formação especializada em Arqueologia e a qualificação das empresas.
– O papel regulador do mercado.
Alexandra Cerveira Lima:
– O caso do Côa: gestão territorial, investigação científica e retorno social.
8. Debate: Lino Tavares Dias e Jorge Raposo
http://br.youtube.com/watch?v=R2QT9P6r_qE
Lino Tavares Dias:
– O arqueólogo em equipas pluridisciplinares: valorização profissional.
Jorge Raposo:
– O caso Foz Côa: a sociabilização do debate arqueológico e a educação patrimonial.